Previamente

Após ficar um bom tempo no Spaceblog, decidi realocar este blog para um novo endereço, deixando o lado pessoal para ser mais abrangente. Críticas de discos, filmes, séries, livros, videoclipes, além de informações sobre o universo da cultura pop você encontra no blog PREVIAMENTE.

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terça 13 dezembro 2011 08:33 , em Cinema


EMA 2011: MTV Europe Music Awards | Os Vencedores

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Apesar de muitos apostarem suas fichas em Adele, quem saiu com os principais prêmios da noite no Europe Music Awards 2011 neste domingo, 06, foi Lady Gaga. No ano passado ela foi a grande vencedora da premiação e neste ano não foi diferente. Ela arrebatou quatro prêmios, incluindo melhor canção e videoclipe para Born This Way.

Logo em seguida, Bruno Mars, Justin Bieber, 30 Seconds to Mars acumularam dois prêmios cada.

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A festa, que ocorreu em Belfast, Irlanda do Norte, foi apresentada por Selena Gomez que seguiu os mesmos passos de Katy Perry na edição anterior e desfilou com mais de dez modelitos diferentes. A condução da namorada de Justin Bieber foi surpreendentemente agradável.

O destaque fica para as performances. Bruno Mars, Coldplay, David Guetta, Jessie J, Justin Bieber, Lady GaGa, LMFAO, Red Hot Chili Peppers, Selena Gomez, Jason Derulo, Snow Patrol e Queen subiram ao palco. Vale ressaltar as apresentações da sempre competente Lady Gaga, numa apresentação clean e eficiente; Coldplay mandando sempre muito bem com sua simpatia e as luzes coloridas; e a reunião do Queen com Adam Lambert nos vocais.

Confira a lista com todos os indicados e os vencedores logo abaixo.

MELHOR CANÇÃO
Adele - ‘Rolling In The Deep'
Bruno Mars - ‘Grenade'
Jennifer Lopez ft Pitbull - ‘On The Floor'
Katy Perry - ‘Firework'
Lady Gaga - ‘Born This Way'

MELHOR APRESENTAÇÃO AO VIVO
Coldplay
Foo Fighters
Katy Perry
Lady Gaga
Red Hot Chili Peppers

MELHOR POP
Britney Spears
Justin Bieber
Katy Perry
Lady Gaga
Rihanna

MELHOR NOVO ARTISTA
Bruno Mars
Far East Movement
Jessie J
LMFAO
Wiz Khalifa

MELHOR ARTISTA FEMININO
Adele
Beyoncé
Jennifer Lopez
Katy Perry
Lady Gaga

MELHOR ARTISTA MASCULINO
Bruno Mars
David Guetta
Eminem
Justin Bieber
Kanye West

MELHOR HIP HOP
Eminem
Lil Wayne
Jay-Z & Kanye West
Pitbull
Snoop Dogg

MELHOR ROCK
Coldplay
Foo Fighters
Linkin Park
Kings of Leon
Red Hot Chili Peppers

MELHOR VIDEO
Adele - ‘Rolling In The Deep'
Beastie Boys - ‘Make Some Noise'
Beyoncé - ‘Run The World (Girls)'
Justice - ‘Civilization'
Lady Gaga - ‘Born This Way'

MELHOR ALTERNATIVO
Arcade Fire
Arctic Monkeys
My Chemical Romance
The Strokes
30 Seconds To Mars

MELHOR ARTISTA DO CENÁRIO MUNDIAL
Arcade Fire
The Black Eyed Peas
Diddy Dirty Money
Enrique Iglesias
Kings of Leon
Linkin Park
My Chemical Romance
Ozzy Osborne
Snoop Dogg
30 Seconds To Mars

MELHOR IMPULSO
Alexis Jordan
Big Time Rush
Bruno Mars
Far East Movement
Jessie J
Katy B
LMFAO
Neon Trees
Theophilus London
Wiz Khalifa

MAIORES FÃS
Justin Bieber
Lady Gaga

Paramore
Selena Gomez
30 Seconds To Mars

MELHOR ARTISTA GLOBAL
Abdelfattah Grini
BIGBANG
Britney Spears
Lena
Restart

ICON GLOBAL AWARD
Queen

 

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domingo 06 novembro 2011 20:58 , em Música


Once Upon a Time | Season Premiere

Blog de xtraga69 : Cinema, Música e Televisão | Rodrigo Ramos, Once Upon a Time | Season Premiere Once Upon a Time - 1x01: Pilot
EUA, 2011 - 43 min
Aventura

Direção:
Mark Mylod
Elenco:
Ginnifer Goodwin, Jennifer Morrison, Lana Parrilla, Josh Dallas, Jared S. Gilmore, Raphael Sbarge, Jamie Dornan, Robert Carlyle

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O ano é 2007. Foi quando Amy Adams (indicada três vezes para o Oscar) começou a ser realmente conhecida por Hollywood e o mundo inteiro. Ela interpretou uma princesa de um mundo de faz de conta em Encantada. Apesar de ser um filme da Disney, ele brincava com o próprio acervo de longas-metragens do estúdio. Uma princesa fora das fábulas, inserida no mundo real. É uma verdadeira brincadeira e que deu certo. Encantada é uma película divertida, mantendo o equilíbrio entre a fantasia e a sátira. Essa mistura de contos de fada com a selva de pedra em que vivemos só deu certo porque foi encarada com bom humor. Agora tentem imaginar isso sendo levado a sério.

Once Upon a Time seria uma visão muito mais séria deste caso, o que torna difícil de ser levada a sério. Eu me pergunto: quem foi o "gênio" que teve esta ideia? Sempre há visões de como tornar qualquer coisa mais sombria nesses tempos, especialmente após Batman - O Cavaleiro das Trevas, mas fazer com que Branca de Neve realmente se torne um drama real dentro do contexto em que vivemos hoje? É até criativo, mas é uma criatividade ruim. E sim, você não leu errado, a série é acerca da Branca de Neve.

O episódio piloto começa com o Príncipe Encantado (Josh Dallas) indo ao encontro de Branca de Neve (Ginnifer Goodwin) dentro da floresta. Ela está dentro de um caixão, morta e com os sete anões ao redor dela. Ele lhe dá um beijo e ela retorna à vida. Branca se casa com o príncipe e está grávida. A Rainha Má (Lana Parrilla) então coloca um feitiço fazendo com que eles se transportem para uma nova realidade (a do mundo real), onde eles se esquecem por completo que fazem parte de um conto de fadas.

Henry (Jared S. Gilmore) é um garotinho que viaja vários quilômetros para encontrar Emma Swan (Jennifer Morrison), mulher que lhe deu para adoção após seu nascimento. Ao encontrar sua mãe biológica, ele alega que ela faz parte de um conto de fadas e que precisa da ajuda dela para colocar todas as coisas no lugar. Emma tem um dom de saber quando a pessoa está falando a verdade ou mentindo, então percebe sinceridade no garoto. Ela vai levá-lo para casa e precisa lidar com os pais adotivos dele, além de outra fuga do mesmo.

Este é um resumo preciso do que acontece neste piloto. É complicado avaliá-lo, pois em muitos momentos eu me senti envergonhado de estar assistindo-o. Primeiramente porque o episódio abre com um cavalo branco e um príncipe encantado e todo aquele clichê especificado acima no texto. Só com este início já é possível dar algumas risadas. As atuações caricatas do elenco no conto de fada transformam Once Upon a Time numa comédia involuntária. É impossível levar a sério. Leia o resumo da história descrita logo acima em voz alta e veja o quão absurdo soa.

Já no mundo real, as insinuações ao conto de fadas também são impagáveis. Cidra de maçã? Sério? São piadas prontas para divertir o espectador. Além disso, a trama é feita de forma forçada e chata. A insistência do garoto em dizer que Emma é de um mundo de fantasia é irritante, e a cara de "não sei o que estou fazendo aqui" de Jennifer Morrison é ainda mais brochante.  O pior é que o elenco não é ruim. A própria Morrison, desde que saiu de House, não emplacou mais nada decente, mas ela é uma boa atriz. Uma pena vê-la sendo desperdiçada em algo assim. Há até Robert Carlyle no elenco, passando vergonha como qualquer outro por aqui com olhares e bocas dispensáveis.

Nem neste, nem em outro mundo Once Upon a Time é feito para ser levado a sério. Se seguisse algo nos moldes de Encantada, acredito que seria mais interessante. De verdade. Se risse de si próprio, a série ganharia muito mais. No entanto, a intenção é realmente fazer com que o espectador leve tudo isso a sério, como se fosse um drama com personagens densos e uma trama sombria. Apesar de a intenção ser essa, o tiro sai pela culatra e a vergonha alheia é o sentimento que reina neste piloto de qualidade altamente questionável.  

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segunda 31 outubro 2011 15:17 , em Séries


Submarine

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Submarine
Inglaterra / EUA, 2010 - 97 min
Comédia / Drama

Direção:
Richard Ayoade
Roteiro:
Richard Ayoade
Elenco:
Craig Roberts, Noah Taylor, Paddy Considine, Yasmin Paige, Sally Hawkins

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Começarei mais um texto falando da minha decepção com o ano de 2011 e seus longas-metragens. Já virou clichê dizer isso, mas não deixou de ser verdade. Nestes últimos meses do ano, no entanto, começaram a surgir as obras que podem ser levadas a sério. Apesar de não ter desembarcado no Brasil, descobri uma pérola recentemente. Filmado em 2010, o longa britânico só foi lançado nos Estados Unidos em junho deste ano. Estou falando de Submarine, primeiro trabalho como diretor de cinema de Richard Ayoade.

Por ser novato, Ayoade faz desta sua primeira incursão ao cinema um experimento seu para testar suas habilidades como cineasta. E a partir desta visão diferenciada, ele consegue agarrar o espectador através de um filme revigorante, engraçado e apaixonante.

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A história se passa na Inglaterra e é em torno de um garoto de 15 anos chamado Oliver Tate (Craig Roberts). Ele não é exatamente um dos mais populares em seu colégio. Ele tem alguns amigos, mas nunca conseguiu a popularidade que desejara. No momento, ele possui duas preocupações, ou melhor, dois objetivos na sua vida: salvar o casamento de seus pais se intrometendo de tudo quanto é jeito na relação, enquanto o outro é perder a sua virgindade antes que complete mais um aniversário. Ele está de olho em uma guria, Jordana (Yasmin Paige), porém, ela é o tipo de garota que pratica bullying. E, para conseguir se aproximar dela, ele precisa começar a praticar este tipo de preconceito. Tudo em nome do amor, aparentemente.

Para salvar a relação de seus pais (interpretados por Sally Hawkins e Noah Taylor), Oliver está disposto a tudo. Ele tenta sabotar a relação de sua mãe com o novo vizinho - que, por sinal, é um antigo amor dela -, investiga a frequência das relações sexuais deles e até mesmo envia cartas de amor para ela em nome de seu pai. Ao mesmo tempo, ele também engata uma relação com a Jordana, menina com um temperamento forte, que não gosta de melação e tem um problema na sua pele.

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A linguagem utilizada pelo diretor é genial, modéstia a parte. Ele divide esta fábula moderna em três partes, e nelas há muito sentimento e competência. A fotografia do longa-metragem é belíssima. Alguns dos takes são filmados em super 8, empregando um estilo mais cult para a produção. Da mesma forma, a trilha sonora incidental é ótima e melhor ainda é a trilha de músicas compostas e interpretadas por Alex Turner, vocalista do Arctic Monkeys. São letras que traduzem minuciosamente as emoções nas telas e embalam suavemente a história.

Cada personagem tem uma peculiaridade. São papéis bem definidos, que possuem profundidade e são muito bem utilizados pelo diretor, e que são interpretados perfeitamente por cada intérprete. A dupla que interpreta Oliver e Jordana é excelente. O timing entre ambos é perfeito. É um mais talentoso do que o outro. E não é só a química entre eles. O roteiro trabalha com fidelidade o que é ser adolescente, algumas angustias, medos, necessidades e desejos da idade. Filmes sobre jovens geralmente são interpretados por jovens adultos (entre 20 e 25 anos), mas Ayoade fez questão de escalar adolescentes de verdade, o que é muito mais convincente. A obra ganha com isso, especialmente pela forma com que a direção cuida da narrativa. Esta é muito rica, tanto pelo texto muito bem montado, como também por passar dentro da cabeça do protagonista. Com isso, o espectador fica ainda mais íntimo com Oliver e todas as suas sensações. É tanto divertido quanto emocionante.

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Ayoade não trata a adolescência de forma verborrágica. Ele é honesto com o público e trata de todos os assuntos, até mesmo o sexo, com muita franqueza. Essa honestidade provoca apenas reações positivas e o filme só ganha com isso. Ele consegue trabalhar bem com todos os elementos que coloca na tela, além de ter uma linguagem própria e jovial. Ele captura a essência da juventude e nos fornece uma obra que conquista o espectador desde os minutos inicias e o prende até o seu término. Tocante, engraçado, apaixonante e revigorante. Uma das melhores películas do ano, sem dúvida. Uma pérola que merece ser descoberta pelo público.

sexta 28 outubro 2011 07:44 , em Cinema


Gigantes de Aço

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Real Steel
EUA, 2011 - 127 min
Aventura

Direção:
Shawn Levy
Roteiro:
John Gatins
Elenco:
Hugh Jackman, Dakota Goyo, Evangeline Lilly, Anthony Mackie, Kevin Durand, Hope Davis

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Shawn Levy não é um dos diretores mais interessantes de Hollywood. Sua praia é o gênero cômico, onde já fez Recém Casados, A Pantera Cor-de-Rosa, Uma Noite do Museu 1 e 2, e Uma Noite Fora de Série. Desta lista aí, os filmes até divertem, mas certamente não estão na lista de comédias favoritas das pessoas. Indo nesta onda, não me chamava muito a atenção o filme Gigantes de Aço. O trailer, certamente, não é chamativo e a premissa soa pouco interessante. Então por que assisti-lo?

Surpresas são sempre bem vindas, ainda mais quando a expectativa é baixa e estamos num ano precário de boas obras. Ao assistir Gigantes do Aço me senti como uma criança na frente da televisão assistindo aos bons tempos da Sessão da Tarde ou do Cinema em Casa. Hoje em dia, é tarefa árdua fazer uma aventura competente e que não abuse da pieguice. Por mais improvável que alguns pudessem crer, Shawn Levy consegue encontrar o equilíbrio entre a ação e a emoção.

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Gigantes de Aço é baseado em uma curta história batizada Steel, de 1956. Apesar do ano ser distante, a premissa é bem moderna. Situado em 2020, Hugh Jackman, o ator boa praça, interpreta Charlie Kenton. Ele é um ex-lutador de boxe. Atualmente, a luta entre humanos é proibida. Conforme os anos se passaram, o público exigia cada vez mais movimentos ousados e violência sem limites. Resguardando a vida humana, o esporte virou exclusividade para robôs. Estes não possuem consciência própria e são controlados para lutarem.

Charlie, que nunca chegou a viver muita glória na época em que era lutador, hoje vive em decadência, arranjando lutas para robôs, mas sempre tomando escolhas imprudentes. Por causa disso, ele deve dinheiro pra muita gente, inclusive para Ricky (Kevin Durand), também ex-boxeador. A quantia é de US$20 mil. Ele também deve aluguel para Bailey Tallet (Evangeline Lilly), amiga de infância de Charlie e dona da academia que serve de refúgio para ele, onde ele treinara na época em que lutava.

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No meio desta bagunça, surge o filho dele, Max (Dakota Goyo). Órfão após a morte da mãe, a custódia do garoto de 11 anos ficaria para Charlie, no entanto, ele vê aí uma possibilidade de lucrar (US$100 mil, para ser mais exato) quando a tia do garoto (Hope Davis) quer a custódia e seu marido concorda em pagar a quantia exigida por Charlie em troca do desejo de sua esposa. Para não dar muito na cara a falta de vontade de ter o filho por perto, Charlie acaba acertando em ficar com ele durante o período de férias.

Neste tempo em que está com Max, é claro que vai haver aquela aproximação entre os dois. Num conto como este, é inevitável que isso ocorra. Mas você sabe como é. Mesmo que alguns detalhes sejam previsíveis, o importante é como é contada essa história e, em Gigantes de Aço, este ato é bem feito.

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Vale, já de início, destacar o desempenho do elenco. Evangeline Lilly estava merecendo aparecer novamente, sumida desde o término de Lost. Dakota Goyo soa como uma promessa de Hollywood. O garoto mostra aqui que tem várias facetas, tanto de cunho dramático quanto num clima mais descontraído. E Hugh Jackman é a escolha certa para viver este tipo de papel. Ele é a combinação de um protagonista de ação com trejeitos dramáticos, somados ao carisma que poucos hoje possuem. Num papel que se encaixa muito bem com ele, Jackman o desenvolve com perfeição.

Outro destaque é a trilha sonora competente do mestre Danny Elfman. É incrível como seu trabalho influencia diretamente na qualidade do filme. Ela embala tanto os momentos mais delicados, quanto as cenas de ação.

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A ação do longa também é bem conduzida por Levy. Apesar de não ser a praia do diretor, ele coordena bem as cenas. Os efeitos especiais estão bem empregados e os robôs (feitos a partir de captura de movimento) parecem muito reais. Ou seja, no quesito técnico, Gigantes de Aço esbanja qualidade.

O mais relevante em Gigantes de Aço é que, apesar de parecer apenas um filme normal e ter algumas obviedades no roteiro, consegue superar isso e consegue criar um vínculo emocional com o público. A química entre Jackman e o novato Dakota Goyo é de dar gosto. A relação deles é um dos pontos altos do filme. Além disso, as lutas são altamente empolgantes e angustiantes. Elas são tão bem montadas que o expectador fica apreensivo e torcendo, se segurando na cadeira. É praticamente um Rocky Balboa de robôs. E o final consegue surpreender.

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No fim das contas, Gigantes de Aço é muito competente no que se presta a fazer. Tinha tudo pra ser uma película batida, mas é um baita filme. Divertido, tem ação e emoção, boas atuações e a ótima trilha sonora de Elfman. Vá ao cinema e se divirta.
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quinta 27 outubro 2011 07:31 , em Cinema


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